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O guia definitivo para escolher a escova dental ideal

Dentista explica como identificar o modelo que se adapte perfeitamente às suas necessidades

Fonte: Markable Comunicação
O guia definitivo para escolher a escova dental ideal Drazen Zigic/Freepik

Manter um sorriso saudável vai além de simplesmente escovar os dentes regularmente. Escolher a escova dental certa desempenha um papel crucial na promoção da boa limpeza bucal. Para orientar nesse processo, o cirurgião dentista Dr. Alexandre Ravani, que também é CEO e sócio fundador da PróRir, rede de clínicas odontológicas, apresenta algumas dicas fundamentais que fazem toda a diferença. Do tipo de cerdas ao tamanho do instrumento, cada detalhe conta para garantir um cuidado oral eficaz e duradouro. Afinal, um sorriso brilhante começa com escolhas conscientes.

Tipo de cerdas

Ao se deparar com uma infinidade de opções no corredor de produtos odontológicos, a escolha do tipo de cerdas é o primeiro passo para uma higienização bucal eficaz. Optar por fibras macias ou médias é a recomendação para a maioria das pessoas, visto que são suaves o suficiente para não causar danos à gengiva ou esmalte dental. Se você procura alcançar áreas difíceis, como a dentição posterior, as de formato angular podem ser a solução.

“As escovas de cerdas duras podem ser indicadas apenas para casos específicos, como pessoas com próteses dentárias, por poderem ser mais eficazes na remoção de resíduos alimentares e placa bacteriana do aparelho, e pessoas com necessidades especiais, podendo ser mais fácil de manusear para quem tem alguma limitação física. No entanto, mesmo nesses casos, é importante usar com cuidado e delicadeza”, aponta o dentista.

Tamanho da escova

A dimensão do limpador bucal desempenha um papel importante na eficácia da higiene bucal. Uma cabeça pequena é mais funcional para alcançar todas as áreas da boca, especialmente se você tem dentes próximos uns dos outros. Além disso, um cabo confortável é essencial, escolha um que seja fácil de segurar para garantir uma escovação adequada.

Frequência de troca

Por mais que o utensílio pareça estar em boas condições, é vital trocá-la a cada três meses, ou antes, se os filamentos estiverem desgastados. Após doenças infecciosas, a substituição imediata da escova é recomendada para evitar a reintrodução de germes na cavidade oral.

“A limpeza adequada é primordial para manter um sorriso radiante. Certifique-se de escovar por pelo menos dois minutos, alcançando todas as superfícies da cavidade oral. Além disso, não subestime a importância das consultas regulares ao dentista. Marcar visitas periódicas ao profissional permitirá que ele avalie se suas escolhas de escovação estão alinhadas com suas necessidades específicas, contribuindo assim para a saúde bucal”, finaliza o Dr. Ravani.




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