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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2026
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Achar emprego na Alemanha nunca foi tão difícil, diz agência

Dificuldade é maior para quem busca ingressar no mercado. Desemprego atingiu nível mais alto em mais de uma década neste ano

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Achar emprego na Alemanha nunca foi tão difícil, diz agência
Julian Stratenschulte/dpa/picture alliance
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As chances de desempregados na Alemanha encontrarem trabalho nunca foram tão baixas, segundo a chefe da Agência Federal de Emprego do país, Andrea Nahles.

"Temos um indicador que mostra qual é a probabilidade de pessoas desempregadas conseguirem um emprego novamente," ela disse ao portal de notícias alemão web.de. "O valor normalmente é em torno de 7, mas agora está em 5,7 – mais baixo do que nunca."

"O mercado de trabalho se encontra estagnado há meses”, prosseguiu, com "nenhum impulso chegando". Segundo ela, trabalhadores bem qualificados têm as melhores chances, e as dificuldades são maiores para os jovens que buscam ingressar no mercado.

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Integrante da cúpula do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), ela é crítica de uma proposta reforma dos benefícios de assistência social que incluiria priorizar a colocação de quem está desempregado.

"Do meu ponto de vista, essa regra pode realmente se tornar problemática se não houver atenção ao perfil de qualificação de cada pessoa desempregada." O debate sobre benefícios sociais não deve ignorar o mercado de trabalho, na sua opinião.

Desemprego recorde

Em agosto, o desemprego na Alemanha ultrapassou 3 milhões de pessoas pela primeira vez em mais de dez anos. No mesmo mês, 631 mil vagas de emprego foram abertas, 68 mil a menos do que no período do ano anterior.

O desemprego pressiona a coalizão governista a encontrar soluções rápidas num momento em que a economia alemã se vê numa corda bamba. O chanceler federal, Friedrich Merz, diz que o tema está no foco da sua gestão.

Ao mesmo tempo, a Alemanha tem hoje um déficit de mão de obra qualificada para setores específicos, como o de cuidadores em hospitais ou lares de idosos, levando o governo a recrutar imigrantes, incluindo no Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: DW Brasil
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