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Segunda-feira, 18 de Maio de 2026
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Brasileiro Felipe Drugovich sobe pela primeira vez ao pódio no E-Prix de Mônaco; atual campeão mundial Oliver Rowland vence etapa

Piloto da Andretti FE fez ótima estratégia de MODO DE ATAQUE e soube quando avançar e quando gerenciar energia;

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Brasileiro Felipe Drugovich sobe pela primeira vez ao pódio no E-Prix de Mônaco; atual campeão mundial Oliver Rowland vence etapa
Felipe Drugovich recebe troféu do segundo lugar no E-Prix de Mônaco - Crédito: Reprodução/Fórmula E/Divulgação
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Oliver Rowland, da Nissan, fez um E-Prix de Mônaco perfeito para garantir a vitória na Etapa 10 do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E de 2025/26. Quem também correu muito bem foi o brasileiro Felipe Drugovich (Andretti), que gerenciou muito bem a energia de seu GEN3 Evo, mas também soube como atacar para superar adversários para garantir seu primeiro pódio na Fórmula E, com o segundo lugar. 

Terminar em P2, além de ser o primeiro pódio e a melhor posição de Drugovich na Fórmula E, parece colocar fim às dificuldades do brasileiro, que estreou em Berlim 2025, mas vinda tendo uma Temporada 12 complicada, até este E-Prix de Mônaco. 

O português António Félix da Costa (Jaguar TCS Racing), que foi tirado do terceiro na corrida do sábado ao ser abalroado por Dan Ticktum (Cupra Kiro), levou a melhor neste domingo e fechou o pódio do E-Prix de Mônaco.  

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Com a vitória e a volta mais rápida, Rowland marca 26 pontos assume a vice-liderança no Campeonato de Pilotos após dez etapas, logo após Mitch Evans (Jaguar), com 128 pontos a 109. O alemão Pascal Wehrlein chegou a Mônaco como líder, mas os resultados ruins o deixam na quarta colocação na tabela. 

Drugovich teve um ótimo final de semana, com a quarta posição no sábado e o segundo lugar neste domingo, que chega a 32 pontos e assume a 12ª colocação. Já Lucas di Grassi, que largou da última posição, mas soube usar o MODO DE ATAQUE ao longo da prova para chegar em décimo, chegando ao total de 5 pontos, mas ainda em 19º na classificação geral.   

A Jaguar lidera sobre a Porsche no Campeonato de Equipes, 208 a 182, com a Porsche ainda liderando no Campeonato de Construtores, 281 a 269. 

A Fórmula E retorna a Sanya após um hiato de sete temporadas para a Etapa 11, em 20 de junho. 

Como foi a corrida 
A dupla que terminou a Etapa 9 em contato liderou o pelotão, com Ticktum à frente de Da Costa, da Jaguar, na curva St. Devote. 

Enquanto isso, Vergne tentou uma ultrapassagem para o terceiro lugar na Nouvelle Chicane, com da Costa rodando e saindo da segunda posição após um toque com Mortara, caindo para a 15ª posição no mesmo local - sem sorte para o piloto da Jaguar.  

Na segunda volta, Mortara ultrapassou Ticktum e assumiu a liderança da corrida, com Vergne, da Citroën, logo atrás. O piloto da Mahindra abriu uma vantagem de dois segundos sobre Vergne, enquanto Mortara buscava aproveitar o bom desempenho do seu carro – demonstrado pela vitória do companheiro de equipe, De Vries, na Etapa 9, no sábado. 

A sorte de Mortara, porém, durou pouco, pois os comissários lhe aplicaram uma penalização de 10 segundos pelo contato na primeira volta. 

Nico Mueller, no Porsche, foi o primeiro a acionar o primeiro de seus dois impulsos de 50 kW com tração nas quatro rodas no MODO DE ATAQUE na volta 4. Ele aproveitou a oportunidade para assumir a liderança provisória. 

Mueller liderava, seguido por Mortara, Ticktum, Vergne, Rowland, Evans, Drugovich e Evans - em MODO DE ATAQUE - Barnard, Marti e Dennis completavam o top 10 na volta 10. Evans, da Jaguar, aproveitou seis minutos de ATAQUE para assumir a liderança da corrida em Mirabeau na volta 11, manobra impressionante do neozelandês no mesmo ponto de sua famosa ultrapassagem na Temporada 7. 

Rowland largou em oitavo e ganhou destaque no final, quando as ativações do MODO DE ATAQUE começaram a acontecer, com os 10 primeiros competindo e disputando posições incessantemente durante a primeira metade da corrida. 

O piloto da Nissan mostrou-se forte, administrando bem a sua energia, navegando pelo pelotão e abrindo caminho até à liderança na Nouvelle Chicane, na volta 23 de 28 - uma atuação clássica de Rowland e a segunda vitória em dois anos, em Monte Carlo, para o britânico. 

Drugovich, Rowland e os demais pilotos tiveram que lidar com algumas bandeiras amarelas em toda a pista após algumas ultrapassagens imprudentes. Ainda assim e fazendo boa opção pelo tempo de ativar o MODO DE ATAQUE, o brasileiro levou a melhor sobre o companheiro de equipe Jake Dennis, sobre Da Costa e ainda manteve a calma para cruzar a linha de chegada à frente. 

Apesar de ter conquistado a pole position dupla no principado, Dan Ticktum não conseguiu converter a vantagem em pontos, após nova corrida confusa e que terminou novamente com penalização para terminar em 14º lugar. 

Ele ultrapassou Edoardo Mortara (Mahindra Racing) na pista, mas tomou uma penalização de 10 segundos. Da Costa liderou no final e terminou em terceiro, recuperando-se do drama que viveu no sábado, cruzando a linha de chegada logo à frente do companheiro na Jaguar, Mitch Evans. 

Mortara garantiu o quinto lugar após receber a penalização por contato com Da Costa na primeira volta, com Jake Dennis (Andretti) completando os seis primeiros. 

Os carros da Andretti foram os próximos a partir para o MODO DE ATAQUE e subiram para o Top 6. Vergne fez sua segunda passagem pela zona de ativação na volta 12 para acompanhar os carros amarelos à frente. 

Mortara ultrapassou Mueller na curva 1 na volta 14, com Drugovich conseguindo segui-lo e ultrapassá-los na subida para roubar a P2. Ticktum finalmente ativou seu primeiro MODO DE ATAQUE na volta 15 - o piloto da CUPRA KIRO estava em P8 naquele momento. 

O piloto que largou na pole position conseguiu forçar a situação e subir para o segundo lugar, enquanto o grupo da frente lutava entre si – ultrapassando o líder Evans na curva Tabac na volta 17, com Mortara, que largou em primeiro, cumprindo sua penalidade de tempo após a corrida. 

Pepe Marti (CUPRA KIRO) e Nick Cassidy (Citroen Racing) se tocaram na curva Rascasse na volta 19 - Cassidy conseguiu sair do local do acidente dando ré, enquanto o carro de Marti, preso na pista, exigiu uma bandeira amarela em toda a área para ser liberado. 

Entretanto, Da Costa assumiu a liderança na categoria ATTACK, com Mortara, Ticktum, Drugovich, Evans, Rowland, Barnard, Dennis, Wehrlein e Guenther completando o top 10 - embora Mortara e Barnard estivessem prestes a cair na classificação devido às suas penalidades de tempo. 

Assim que a situação se estabilizou, da Costa conseguiu chegar à P1, com uma vantagem de cinco segundos sobre a P3, e realizar o segundo ATAQUE na volta 20. 

O grupo da frente já havia entrado em seu MODO DE ATAQUE final, com Evans e Ticktum em quinto e sexto lugares, respectivamente, aguardando o momento certo para atacar. Na subida da volta 23, Mortara e Rowland ultrapassaram da Costa, com Drugovich, Evans, Barnard, Dennis, Guenther, Ticktum e Mueller completando o Top 10. 

Rowland tentou ultrapassar para a P1 na chicane naquela mesma volta e parecia estar em uma boa posição em termos de energia, e sem nenhum piloto atrás tendo sobreposição na ATTACK. 

A corrida agitada de Barnard terminou no muro em Portier, após uma manobra ambiciosa demais sobre Da Costa dar errado na volta 26. Outra breve bandeira amarela em toda a pista para Rowland administrar, mas o piloto da Nissan conseguiu se recuperar e cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. 

Veja o resultado da Etapa 10 no E-Prix de Mônaco: 
https://fiaformulae.com/en/results?season=8088703b-96c1-410d-a48b-77fca322334f&tab=race 

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Sobre a Fórmula E 
O Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é conhecido como a próxima evolução do automobilismo. Como a primeira competição totalmente elétrica do mundo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E funciona como um "laboratório vivo de alta velocidade, onde inovação e adrenalina se encontram. 

O campeonato atingiu a marca de 150 corridas e serve como um importante campo de testes para os principais fabricantes automotivos do mundo — incluindo Porsche, Jaguar, Nissan, Stellantis, Mahindra e Lola Cars — para inovar e refinar as tecnologias de veículos elétricos (EV) que definirão a mobilidade urbana do futuro. 

Por trás desse desempenho está um profundo compromisso com o impacto. A Fórmula E é uma empresa certificada pela B Corp — o primeiro e único esporte do mundo a obter essa certificação —, refletindo sua dedicação a altos padrões de transparência social e ambiental. É também o único esporte do mundo a ser Net Zero Carbon desde sua criação, se tornando recentemente o primeiro a obter a certificação BSI Net Zero Pathway, estabelecendo uma nova referência global para ações climáticas baseadas em ciência. 

Como um desafiante progressista no cenário esportivo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é definido por sua competição imprevisível, disputada roda a roda. Em 11 temporadas, o campeonato coroou 10 campeões diferentes, provando ter um dos títulos mais competitivos e abertos do esporte de nível mundial. Tendo compromisso com a acessibilidade e um grid de pilotos e fabricantes de primeiro nível, o campeonato continua a reescrever as regras do esporte de elite, envolvendo uma nova geração que valoriza a ambição proposital e a ação destemida. 

www.FIAFormulaE.com 

 

Sobre a ABB: 
A ABB é líder global em tecnologia de eletrificação e automação, possibilitando um futuro mais sustentável e eficiente em termos de recursos. Ao conectar seu conhecimento em engenharia e digitalização, a ABB ajuda as indústrias a operarem com alto desempenho, tornando-se mais eficientes, produtivas e sustentáveis para terem um desempenho superior. Na ABB, chamamos isso de “Engineered to Outrun” (Projetado Para Superar). A empresa tem mais de 140 anos de história e cerca de 110.000 funcionários em todo o mundo. As ações da ABB são listadas na SIX Swiss Exchange (ABBN) e na Nasdaq Stockholm (ABB). 

www.abb.com 

FONTE/CRÉDITOS: DiversaCom/Textual Comunicação 
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