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Domingo, 03 de Maio de 2026
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Criança de três anos leva surra do padrasto com cabo de carregador de celular em MG; homem foi preso

A mãe contou à PM que saiu de casa à noite e retornou na madrugada, quando notou as agressões e chamou a polícia. O crime ocorreu em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e o suspeito foi autuado por lesão corporal doméstica.

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Por Cidade a Cidade
Criança de três anos leva surra do padrasto com cabo de carregador de celular em MG; homem foi preso
Mãe descobriu as agressões sofridas pelo filho na madrugada de quinta-feira (24) e acionou a PM — Foto: Polícia Civil/Divulgação
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Um menino de 3 anos levou uma surra do padrasto com o cabo de um carregador de celular. O crime foi registrado na madrugada de quinta-feira (24), no Bairro Santa Mônica, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro

A mãe da criança, de 20 anos, afirmou que saiu de casa na noite de terça-feira (22) e deixou o filho com o padrasto, de 22 anos. Ao retornar, na madrugada de quinta-feira (24), encontrou a criança com marcas nas costas causadas pelas agressões.

De acordo com a delegada Lia Valechi, a Polícia Militar (PM) foi acionada por vizinhos que ouviram a discussão do casal devido às agressões.

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"A mãe disse ser usuária de crack há um ano. Segundo ela, o padrasto contou que agrediu o menino porque estava muito agitado e não ficava quieto. Ela afirmou que é a primeira vez que algo do tipo acontece e que o companheiro é um bom padrasto para o filho", disse a delegada.

O homem foi preso, levado à delegacia e encaminhado para o Presídio Professor Jacy de Assis, em Uberlândia.Ele foi autuado por lesão corporal doméstica, com pena de 2 a 5 anos de prisão.

O padrasto não tem antecedentes criminais e é réu primário. A mãe do menino foi autuada por maus-tratos, por deixar o filho em situação de risco. Ela não foi presa.

O g1 entrou em contato com o Conselho Tutelar de Uberlândia, que não foi notificado sobre o caso até a publicação da reportagem. Se a denúncia for formalizada, uma equipe visitará a família.Além disso, for comprovado que a mãe é dependente química, a criança será encaminhada para a casa de um familiar. Se não houver familiar em condições de recebê-la, o menino será acolhido pelo Município.

FONTE/CRÉDITOS: Por Gabriel Reis, g1 Triângulo — Uberlândia
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