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Quinta-feira, 04 de Junho de 2026
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Ídolo do Palmeiras morre Leivinha símbolo da Academia, aos 76 anos

Leivinha foi ídolo de Palmeiras e Atlético de Madrid e autor do gol 1000 da Seleção

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Ídolo do Palmeiras morre Leivinha símbolo da Academia, aos 76 anos
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Morreu nesta quinta-feira (04) João Leiva Campos Filho, um dos ídolos eternos da Sociedade Esportiva Palmeiras. Craque com os pés e a cabeça, Leivinha foi um dos símbolos da equipe palmeirense que encantou o Brasil na primeira metade da década de 1970. Um meia-atacante de toques rápidos, presença de área e excelente finalização, que figura entre os 15 maiores artilheiros da história do clube e entre os cinco que mais foram às redes pelo Verdão em Campeonato Brasileiro.

O jovem de Novo Horizonte (SP), nascido em 11 de setembro de 1949, iniciou a vida futebolística aos 15 anos de idade, em Lins (SP), município localizado na mesma região de sua cidade natal. “O jogo estava no sangue da família”, destacou, anos mais tarde, o atleta cujos irmão gêmeos Dadá e Didi também foram profissionais da bola.

Leivinha chegou no verdão em 1971 e conquistou o bicampeonato nacional em 72 e 73. O meia atacante defendeu a Seleção Brasileira na Copa de 1974. Também vestiu as camisas da Portuguesa, Atlético de Madrid e São Paulo.

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Leivinha serviu a Seleção Brasileira diversas vezes, inclusive na Copa do Mundo de 1974, e foi negociado com o Atlético de Madrid-ESP após a conquista do Torneio Ramón de Carranza de 1975, em Cádiz (ESP), quando marcou um dos gols na vitória por 3 a 1 sobre o Real Madrid-ESP na decisão. “Aconteceu tudo muito rápido”, destacou o craque, que chegou à Europa acompanhado de Luis Pereira. “Lembro que fomos contratados pelo Atlético já no avião de volta para o Brasil. Assim que chegamos, tivemos que pegar outro voo para a Espanha para assinar o contrato. Eu tinha feito uma promessa ao meu avô, que era espanhol, que um dia eu jogaria na Espanha. Graças a esse título, consegui cumprir minha palavra com ele. Até fui lá na terra dele, tirei fotos e dei para ele depois. Ele ficou muito feliz”, declarou.

O eterno camisa 8 parou de jogar cedo, com apenas 29 anos, por causa de problemas físicos, e terá seu nome marcado para sempre nas páginas alviverdes. Foram 267 jogos pelo clube (158 vitórias, 80 empates e 29 derrotas) e 108 gols anotados. Um legado que atravessou gerações.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Cidade
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