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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026
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Mais 110 pets estão protegidos contra a raiva. Vacinação ocorre toda quarta em Santos

Munícipes devem apresentar apenas comprovante de residência para imunizar seu animal

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Mais 110 pets estão protegidos contra a raiva. Vacinação ocorre toda quarta em Santos
Raimundo Rosa
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Com o objetivo de manter a prevenção dos animais contra a raiva em dia, o Centro de Controle de Zoonoses e Vetor oferece vacinação antirrábica aos pets de Santos todas as quartas-feiras, em um ponto fixo localizado na Avenida Rangel Pestana, 96 – Vila Mathias, das 9h às 12h.

Nesta quarta-feira (3), 110 doses foram aplicadas, sendo 86 em cães e 24 em gatos. 

Munícipes devem apresentar apenas comprovante de residência para imunizar seu animal, que recebe um documento comprovando a aplicação da dose contra raiva. A injeção leva segundos e garante proteção por 12 meses.

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Luís Antônio Santos, 52 anos, oficial de Controle Animal, aplicou as doses e detalhou a importância de realizar de forma intensificada a vacinação. “Há duas semanas, optamos pela vacinação em um dia específico sem a necessidade de agendamento, para aproveitar mais as doses".

Pessoas em situação de rua que possuam animais de estimação também podem comparecer ao ponto de aplicação para proteger seus pets, recordou o servidor.  

“Por viajar muito, busco realizar essa vacinação anualmente por prevenção. O animal também é filho, então é importante protegê-lo, e infelizmente muitos não trazem para vacinar”, afirmou Débora Simões, 41, contadora.

São considerados animais clinicamente suspeitos para raiva os que apresentam salivação abundante, dificuldade para engolir, paralisia nas patas traseiras no momento da agressão. Caso sofra um acidente com algum animal, é importante lavar a ferida com água e sabão em água corrente por dez minutos e, logo em seguida, procurar imediatamente a policlínica ou, a depender do dia e horário, a unidade de saúde mais próxima da sua residência.

A conduta posterior a ser seguida será do médico durante atendimento, após avaliar o tipo de acidente (se leve ou grave) e o histórico do animal, se é conhecido, desconhecido, se aparentava estar doente.

A hidrofobia, popularmente conhecida como raiva, é uma doença causada pelo vírus Lyssavírus, que costuma atacar o sistema nervoso. Entra no corpo por meio de uma lesão na pele, sendo transmitida por arranhões, mordidas e lambidas de mamíferos infectados com a doença, como cães, gatos, morcegos, saruês, entre outros. A raiva atinge o sistema nervoso até alcançar o cérebro, fase em que geralmente começam a aparecer os sintomas: mal estar, febre baixa, dor de cabeça e garganta, falta de apetite, vômitos e desconforto gastrointestinal.

A evolução da doença causa encefalite e outros sintomas, como hiperexcitabilidade, confusão mental, agressividade, alucinações, crises convulsivas, espasmos musculares, produção excessiva de saliva, dificuldade para respirar e engolir e febre alta. Depois, o doente passa a ter hidrofonia, aerofonia e fotofobia, que são espasmos após contato com água, corrente de ar ou excesso de claridade. Por fim, o vírus traz paralisia, que evolui para coma e morte por parada respiratória.

A raiva é fatal em praticamente 100% dos casos, com raras exceções no mundo.

FONTE/CRÉDITOS: Secom PMS
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