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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026
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Submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã

Ataque em águas internacionais deixou dezenas de mortos. Turquia diz ter interceptado míssil iraniano. Teerã ameaça bombardear navios no Estreito de Ormuz. Acompanhe as últimas notícias sobre a guerra no Irã

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Submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã
Fragata iraniana IRIS Dena, abatida por um submarino americano no Oceano Índico/Foto: Iranian Army Office/ZUMA/IMAGO
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O que você precisa saber

  • Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã neste fim de semana miraram lideranças iranianas e mataram o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad e vários chefes militares.
  • O Irã prometeu vingar a morte de Khamenei e lançou mísseis contra Israel e bases militares americanas, portos e aeroportos no Golfo Pérsico, atingindo países aliados dos EUA na região.
  • Guarda Revolucionária iraniana diz ter destruído base dos EUA no Bahrein.
  • Um conselho interino foi formado para governar o Irã após a morte de Khamenei e até a eleição de um novo líder supremo. Colegiado inclui o presidente Massoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni Eje, e o aiatolá Alireza Arafi. 
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, diz que foi procurado pela nova liderança iraniana, mas que agora "é tarde demais". Segundo ele, a ofensiva americana deve durar quatro ou mais semanas, e invasão terrestre não está descartada. 
  • Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã e uma das figuras de oposição mais proeminentes do país no exílio, voltou a se apresentar como potencial futuro líder. Trump, contudo, disse preferir nome "de dentro do país".
  • No Golfo Pérsico, empresas petrolíferas suspenderam o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, que o Irã anunciou ter fechado. A medida pode ter impactos devastadores para a economia global. Trump reagiu prometendo escoltar petroleiros, e França mobilizou porta-aviões para defender "interesses econômicos".
  • Total de vítimas é de cerca de 800 em sete países, a maioria no Irã.
FONTE/CRÉDITOS: DW Brasil
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