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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026
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Com investimento de R$ 20 milhões, Banco da Amazônia inaugura centro cultural em Belém

CCBA tem três pavimentos com galerias de arte, salas multiuso, biblioteca e auditório em em mais de 1 200 metros quadrados

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Com investimento de R$ 20 milhões, Banco da Amazônia inaugura centro cultural em Belém
Divulgação/CCBA
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Banco da Amazônia inaugura novo centro cultural da região norte, na cidade de Belém, no dia 1º de outubro. O espaço contará com seis salas multiuso para oficinas, uma biblioteca, um auditório, uma sala audiovisual e uma sala IA, além de três pisos destinados a galerias de arte em área de mais de 1.200 m². Localizado na sede do banco, na avenida Presidente Vargas, o centro fará parte do circuito cultural da cidade, que engloba o Theatro da Paz e o cinema Cine Olympia, o mais antigo em funcionamento no Brasil. A inauguração antecede a COP30, também sediada na capital do Pará. 

O Centro Cultural Banco da Amazônia (CCBA) é o primeiro espaço dedicado às artes criado e financiado por um banco na Amazônia. A mostra inaugural será uma exposição multimídia sobre o líder sul-africano Nelson Mandela, referência mundial na luta contra o racismo. A mostra "Mandela - Ícone Mundial de Reconciliação", promovida pelo Instituto Brasil África (IBRAF) em parceria com a Fundação Nelson Mandela, de Joanesburgo (África do Sul), ficará em cartaz até 30 de novembro, com entrada gratuita. 

Com 50 painéis de fotografias e uma instalação audiovisual, a exposição mostra a trajetória de vida de Nelson Mandela – a infância no interior da África do Sul, a luta contra o regime racista do apartheid, os 27 anos de prisão e a histórica eleição como o primeiro presidente negro do país. Por meio de imagens, textos e recursos multimídia, o público atravessa décadas de ativismo político antirracista pela ótica de um dos maiores líderes mundiais do século XX. A mostra já foi apresentada em Brasília e São Paulo, reunindo milhares de visitantes. 

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A programação em Belém terá um momento especial no dia 20 de novembro, quando se celebra o Dia da Consciência Negra. Nessa data, serão promovidas atividades educativas para conectar o legado de Mandela às lutas históricas do povo negro no Brasil, com reflexões sobre igualdade, justiça e direitos humanos.   

 

Sobre o CCBA 

O projeto foi anunciado durante o evento Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), em 2023, em reunião promovida pelo Banco da Amazônia com o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Menezes, e com os secretários estaduais de Cultura da região amazônica. 

Segundo o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Claudio Moreira Lessa, o Centro Cultural Banco da Amazônia simboliza a valorização e a promoção da cultura amazônica. "É um espaço de pertencimento e reconhecimento da importância das expressões artísticas. Na exposição sobre Nelson Mandela, o Banco da Amazônia fortalece a conexão entre o Brasil e a África por meio da história de um líder que assumiu compromisso inarredável com a justiça e dedicou a vida à luta contra o racismo", afirmou o presidente. 

 

Para a gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, o Centro Cultural tem um papel fundamental na educação e na formação de público, democratizando o acesso à arte e estimulando o pensamento crítico. "Exposições, apresentações musicais, oficinas e eventos artísticos enriquecem o cenário cultural local e abrem portas para os artistas. O Centro Cultural Banco da Amazônia é um espaço de expressão e consolidação da identidade amazônica", afirmou Ruth Helena. 

Convite à reflexão 

Para o professor João Bosco Monte, fundador e presidente do Instituto Brasil África (IBRAF), a mostra "Mandela - Ícone Mundial de Reconciliação" representa uma oportunidade única de aproximação entre o público brasileiro e a história de Mandela. "A exposição revela não só o líder e estadista, mas também o homem comum, de vida cotidiana. Ao mostrar suas múltiplas facetas, aproximamos sua trajetória da nossa realidade e lembramos que grandes feitos podem partir de pessoas comuns. É um convite à reflexão sobre o papel de cada um na construção de uma sociedade mais justa", destaca. 

O curador da exposição, Christopher Till – sul-africano e ex-diretor do Museu do Apartheid em Joanesburgo –, reforça a importância de revisitar o legado de Mandela. "Madiba acreditava que cada indivíduo tem o poder de transformar o mundo e fazer a diferença. Essa mensagem é atemporal e inspira novas gerações a refletirem sobre democracia, justiça e paz social", afirma. 

A exposição "Mandela - Ícone Mundial de Reconciliação" é aberta a todos os públicos. 

 

Exposição: Mandela, Ícone Mundial de Reconciliação. 

Período: 1º de outubro a 30 de novembro de 2025. 

Local: Centro Cultural Banco da Amazônia – Galeria 1. 

Endereço: Avenida Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém – PA 

Entrada: gratuita, classificação livre.

FONTE/CRÉDITOS: Mira Comunicação
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