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Presidente eleito da Colômbia abrirá embaixada em Jerusalém

Gabinete de Abelardo de la Espriella anunciou planos para abertura de embaixada em Jerusalém, "capital de Israel". Atual governo de Gustavo Petro rompeu relações em Israel em 2024 por causa da guerra em Gaza.

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Por Cidade a Cidade
Presidente eleito da Colômbia abrirá embaixada em Jerusalém
Abelardo de la Espriella foi eleito prometendo governo linha-dura contra o narcotráfico, e espera poder contar com ajuda de Israel/Foto: Sebastian Barros/NurPhoto/picture alliance
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O presidente eleito da ColômbiaAbelardo de la Espriella, quer abrir uma embaixada em Jerusalém como parte de seu plano de retomar e estreitar os laços com Israel, informou seu gabinete nesta quinta-feira (16/07).

O presidente de esquerda Gustavo Petro rompeu em 2024 as relações com Israel, tradicional aliado na área de segurança, em rejeição à ofensiva israelense na Faixa de Gaza após os ataques terroristas do grupo islamista palestino Hamas.

De la Espriella, que assumirá o poder em 7 de agosto, planeja restabelecer essas relações já no primeiro dia de seu mandato. Segundo seu gabinete, o novo governo avança na "abertura da embaixada da Colômbia em Jerusalém, capital de Israel".

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Antes do rompimento determinado por Petro, a embaixada da Colômbia estava localizada em Tel Aviv, onde a maioria dos países mantém sua representação diplomática.

De la Espriella quer retirar apoio da Colômbia a processo na CIJ contra Israel por genocídio

Na quarta-feira, o chanceler indicado por De la Espriella, Omar Bula, reuniu-se em Washington com seu homólogo israelense, Gideon Sa'ar.

Os diplomatas concordaram com um "roteiro" para o restabelecimento das relações diplomáticas e a eliminação da exigência de vistos, segundo o gabinete do presidente eleito.

O gabinete também informou que a Colômbia retirará seu apoio ao processo movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça (CIJ) por suposto genocídio em Gaza.

Durante a campanha, De la Espriella afirmou que buscaria fortalecer a cooperação com Israel para bombardear grupos armados financiados pelo narcotráfico que atuam na Colômbia.

FONTE/CRÉDITOS: Redação DW

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