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Cidade Uberlândia

AELO-TAP apresenta demandas do setor de loteamentos em encontro com candidatas

Reforma tributária, custos cartorários, segurança jurídica e desburocratização estiveram entre os principais temas discutidos 

Cidade a Cidade
Por Cidade a Cidade
AELO-TAP apresenta demandas do setor de loteamentos em encontro com candidatas
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A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (AELO-TAP) apresentou, nesta segunda-feira (28), no Átrio Business, em Uberlândia, uma série de demandas do setor durante a Rodada de Conversa com candidatos às eleições de 2026. O encontro reuniu Ana Paula Leão, candidata a deputada federal, e Maria Hilda Leão, candidata a deputada estadual, ambas pelo Progressistas (PP). 

Entre as principais reivindicações apresentadas pela entidade estão o acompanhamento da regulamentação da reforma tributária, a revisão das custas e emolumentos cartoriais, a redução da burocracia e o fortalecimento da segurança jurídica para os empreendimentos. 

A preocupação com a reforma tributária está relacionada aos possíveis impactos sobre o setor imobiliário, especialmente porque os loteamentos possuem ciclos de comercialização e fluxo financeiro de longo prazo. Para a AELO-TAP, é necessário que o setor participe das discussões durante a regulamentação das novas regras, de forma a evitar impactos que possam elevar custos e comprometer a viabilidade dos empreendimentos. 

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Outro ponto destacado foi o aumento das custas e dos emolumentos cartoriais. A entidade defende que os valores sejam analisados considerando as características dos loteamentos e a realidade de cada região. Segundo o vice-presidente Administrativo Financeiro da AELO-TAP, Leandro de Souza Cecilio, empreendimentos podem envolver 300, 500 ou mais lotes, fazendo com que alterações nos custos cartoriais tenham impacto direto na composição financeira dos projetos e, consequentemente, no valor pago pelo consumidor. 

A associação também chamou atenção para a necessidade de reduzir a burocracia e ampliar a segurança jurídica, criando condições mais favoráveis para quem investe e gera emprego e renda. 

Ao final, a entidade defendeu a manutenção de um diálogo permanente com o Legislativo, independentemente do resultado das eleições. A proposta é ampliar os canais de interlocução para que parlamentares possam conhecer as demandas do setor e acompanhar de forma mais próxima os temas relacionados ao desenvolvimento urbano e ao mercado de loteamentos.

 

FONTE/CRÉDITOS: serifa

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