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Sexta-feira, 24 de Abril de 2026
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Rússia derruba mais de 100 drones ucranianos

Kiev lançou ataques na madrugada contra uma refinaria de petróleo e instalações de energia nuclear. Moscou diz ter repelido a maioria dos drones nas regiões russas de Kursk e Briansk.

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Rússia derruba mais de 100 drones ucranianos
Russian Defense Ministry/dpa/picture alliance
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Mãe e filho foram mortos em um ataque massivo de drones ucranianos na madrugada desta quarta-feira (29/01) que danificou uma refinaria de petróleo em território russo, informaram autoridades locais.

O ministério russo da Defesa alega ter "interceptado e destruído" mais de cem drones, a maioria lançados contra as regiões russas de Kursk e Briansk, mas também contra Smolensk, Tver e Belgorod.

Segundo o governador Viacheslav Gladkov, além das duas vítimas, outras duas pessoas teriam ficado feridas em Belgorod durante um ataque contra uma área residencial.

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A queda de um dos drones teria provocado ainda um incêndio em uma refinaria na região russa de Nizhni Novgorod, a 800 quilômetros de distância das frentes de batalha no leste ucraniano.

Outro drone ucraniano teria sido abatido antes que pudesse atingir instalações de energia nuclear na região russa de Smolensk. Segundo o governador de Smolensk, Vasily Anokhin, não houve danos nem mortos.

Ucrânia intensificou os ataques aéreos contra instalações energéticas e militares russas nos últimos meses, em resposta aos bombardeios incessantes da Rússia contra suas cidades e sua rede elétrica.

Kiev afirma ter derrubado na mesma madrugada 29 drones russos, a maioria nas regiões sul e leste do país, que mataram ao menos duas pessoas e feriram outras 14 em Kherson, segundo o prefeito Roman Mrochko.

Guerra se intensificou após eleição de Trump

Os bombardeios nos dois lados aumentaram desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. O presidente americano tem prometido dar um fim rápido ao conflito, que completará três anos em fevereiro.

A volta de Trump à Casa Branca pressiona Rússia e Ucrânia a melhorarem suas posições para a negociação de um eventual acordo.

Sem o apoio militar dos EUA, seu principal aliado, a Ucrânia teme ser forçada a abrir mão de uma parcela significativa de seu território.

FONTE/CRÉDITOS: DW Brasil
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