Disputada no reformulado Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, em programação conjunta com a Stock Car e a Stock Light, a segunda etapa do Campeonato Sprint da Turismo Nacional Brasil (TN) trouxe resultados menos benéficos do que buscava Victor Manzini, piloto do Peugeot 208 #34 da Equipe Roberto Manzini Centro Pilotagem na categoria A. Ele terminou a corrida 1 em 12º lugar, abandonou a corrida 2, ficou em 15º na corrida 3 e concluiu a corrida 4 em 13º lugar.
"A corrida 1 foi complicada. Aconteceram muitos acidentes e toques na minha frente, tive que desviar e também tive que evitar vários. Perdi posições e tempo com isso. Na corrida 2, tomei um toque, meu carro desalinhou, ficou ruim de guiar e precisei abandonar. Na corrida 3, perdi muitas posições ao desviar de um acidente grande, fui para a parte suja da pista. Quando ia tentar recuperar, aconteceu outro acidente, e só tivemos bandeira verde a três voltas do fim. Na corrida 4, vinha na 9ª posição quando escorreguei no óleo que um carro derramou na pista, e houve quatro entradas do safety car, levei vários toques, mas consegui terminar a prova", resume o piloto do #34. "Vamos para a próxima!".
Em contrapartida, ele amou o novo autódromo de Goiânia. "Não tem como comparar tempos com a Turismo Nacional de 2024. O carro mudou bastante, trocamos de câmbio, de pneus. Já desde 2025 todos os carros da TN ficaram mais rápidos. E a mudança na curva do Esse também alterou um pouco a forma como a gente anda naquele trecho e o tempo que gastamos para passar por lá. O autódromo está bem legal. A pista ficou muito boa, mais segura para a gente, asfalto novo, tudo bem bacana!", comenta Victor Manzini, que corre com patrocínio da Roberto Manzini Blindagens e da Autlog.
"E ainda saímos no lucro, apenas com uns arranhados e amassados no carro. Outras equipes tiveram prejuízos maiores", diz Roberto Manzini, chefe da Equipe Manzini, que também correu com José Neto, piloto de Goiânia, no Peugeot 208 #931 na categoria B, e foi ao pódio em 4º lugar na corrida 3 e em 5º lugar na corrida 4.
"Em todas as corridas, cada carro que saía da pista trazia um monte de brita ao voltar. Tivemos para-brisa trincado e radiador furado no #34 e no #931 por isso. Todas as equipes tiveram problema por causa de brita na pista. O circuito é ótimo, mas brita nas áreas de escape – o ideal para corrida de motos, como a etapa do Mundial de MotoGP que houve em Goiânia, e continua sendo usada até em circuitos que recebem a Fórmula 1 – é muito problemático para carros", ele explica. A Stock Car, a Stock Light e a Turismo Nacional foram as primeiras categorias de automobilismo a correr em Goiânia após a renovação do autódromo.
A Turismo Nacional voltará à pista de 18 a 21 de junho para a terceira etapa no Autódromo de Cuiabá, em Mato Grosso.
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